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Arte & Cultura, ênfase em Literatura

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

 


América Latina e Caribe

Trump Jr. ligado a investimento estratégico em minerais críticos brasileiros

Uma empresa americana ligada a Donald Trump Jr. está envolvida na estruturação de uma cadeia de suprimentos internacional para elementos de terras raras do Brasil, no âmbito do Projeto Caldeira, que coloca Minas Gerais no centro da disputa geopolítica entre os Estados Unidos, a China e a Coreia do Sul.

 

O projeto Caldeira, o depósito de terras raras em argilas iônicas de maior teor do mundo, está localizado em Poços de Caldas, no estado de Minas Gerais, Brasil.

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O Projeto Caldeira , localizado no sul de Minas Gerais, Brasil, tornou-se um polo estratégico para o fornecimento de elementos de terras raras. A mineradora australiana Meteoric Resources já enviou amostras de minerais para a empresa canadense Ucore Rare Metals , que processará o material na Louisiana para transformá-lo em óxidos industriais. Esses óxidos serão então enviados para a Vulcan Elements , fabricante de ímãs para drones, satélites, semicondutores e veículos elétricos, com sede na Carolina do Norte.

A ligação política decorre da 1789 Capital , um fundo do qual Donald Trump Jr. é sócio, que investiu na Vulcan em agosto de 2025. Em março de 2026, a Vulcan e a Ucore assinaram um acordo de viabilidade para iniciar o fornecimento comercial consistente em 2027. Além disso, a Vulcan recebeu um compromisso condicional de empréstimo de US$ 620 milhões do Pentágono . Tanto o fundo quanto o governo dos EUA negam interferência política na concessão do empréstimo.

Resultados da planta piloto

Em junho de 2026, a Meteoric informou que sua planta piloto processou 43 toneladas de minério , produzindo mais de 200 quilos de concentrado de terras raras . A empresa descreveu os resultados como “excepcionais”, com uma taxa média de extração de 71% para elementos críticos .

O projeto abrange 78 concessões de mineração em 19.200 hectares nos estados de Andradas, Caldas e Poços de Caldas, com um potencial estimado de 1,6 bilhão de toneladas de material . A Meteoric planeja operar por mais de 20 anos, com uma produção anual de 12.500 toneladas de óxidos , das quais pelo menos 3.000 toneladas serão destinadas à Ucore. O investimento total é de US$ 498,4 milhões , segundo a CNN Brasil.

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Lula destaca as conquistas econômicas de seu governo durante um comício na Bahia.

Além disso, a Meteoric assinou um memorando com a POSCO International , da Coreia do Sul , que poderá adquirir até 30% do material durante sete anos .

Nova legislação brasileira e preocupações locais

A entrada de capital estrangeiro acelerou a aprovação da Lei nº 2780/2024 , que estabelece a Política Nacional de Minerais Críticos e concede ao governo federal o poder de revisar acordos internacionais e vetar contratos de fornecimento internacional que representem risco à segurança econômica ou geopolítica do país . O presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu a lei após alertas de inteligência sobre a expansão de grupos norte-americanos em projetos estratégicos.

O caso mais avançado é o Projeto Serra Verde em Goiás , com participação direta do governo dos EUA.

As cidades de Caldas e Poços de Caldas sentiram na pele os impactos ambientais em 2024, quando sofreram com a escassez de água. Como resultado, seus moradores manifestam preocupação com os efeitos da mineração na água e no solo em uma região com longa história de exploração de urânio .

Nelson Henrique Filho questionou, em audiência pública, como a mineração afetaria a segurança hídrica, enquanto Daniel Tygel, da Aliança APA Pedra Branca, descreveu a região como uma “ zona de sacrifício ”. O prefeito, Douglas Souza, reconheceu a necessidade de um monitoramento rigoroso .

Contexto geopolítico

O interesse dos EUA reflete a corrida para reduzir a dependência da China, que detém 48% das reservas globais e domina 90% do refino mundial . Durante a Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), o senador Flávio Bolsonaro afirmou, em um discurso conciliador, que a solução efetiva dos EUA é o Brasil, país que ele considera fundamental para quebrar a hegemonia chinesa.

A Meteoric espera obter a licença de instalação no quarto trimestre de 2026, com a construção prevista para terminar em 2028. No entanto, representantes das empresas Meteoric, Ucore e Vulcan Elements, assim como dos fundos 1789 Capital e das figuras políticas Donald Trump Jr. e Flávio Bolsonaro, não se pronunciaram quando consultados pela Folha de S.Paulo sobre as negociações em curso e o impacto da nova legislação brasileira que fortalece o controle estatal sobre minerais críticos e elementos de terras raras.

Disputa estratégica e o projeto de rendição de Bolsonaro

A corrida por elementos de terras raras está se intensificando. Os Estados Unidos buscam fontes alternativas para sustentar suas indústrias tecnológicas e militares. O Brasil, com 23% das reservas mundiais , ocupa uma posição central e tornou-se alvo de particular interesse para Washington .

Flávio Bolsonaro está promovendo um projeto de alinhamento com Washington, que Lula considera uma ameaça à soberania . O plano do senador de direita implica uma subordinação aberta aos Estados Unidos, priorizando os interesses comerciais e tecnológicos de Washington. Como resultado, setores estratégicos seriam subordinados, enfraquecendo a capacidade do Brasil de proteger seus recursos e desenvolver sua própria tecnologia.

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"O Brasil não cabe no quintal de ninguém": discurso soberano de Lula desafia a traição de Bolsonaro.

Do ponto de vista de Trump, um possível acordo com o Brasil se configura como uma jogada estratégica e econômica de alto valor, que permitiria ao presidente dos EUA garantir o acesso a recursos essenciais para sua indústria — como minerais de terras raras — sem incorrer nos custos políticos e materiais de uma intervenção direta, ao mesmo tempo que consolidaria a influência de Washington na região, fortalecendo os laços com setores locais que compartilham os mesmos ideais e estão dispostos a priorizar os interesses dos EUA na agenda bilateral.

Diante dessa situação, o presidente brasileiro insiste que o país deve desenvolver suas próprias capacidades científicas e industriais e não se limitar à exportação de matérias-primas. “ O Brasil não pertence ao quintal de ninguém ”, afirmou Lula.

Intervenção na ONU

Em seu discurso à Assembleia Geral, Lula denunciou a interferência do governo Trump e defendeu a soberania brasileira. Ele também rejeitou categoricamente qualquer tentativa de controle sobre o continente e se opôs ao envio de forças militares estrangeiras para águas brasileiras.

O presidente sul-americano alertou para as pressões externas sobre os processos eleitorais e pediu uma reforma do Conselho de Segurança da ONU para garantir maior representação do Sul Global. Ele também enfatizou a necessidade de reduzir o desmatamento na Amazônia e avançar rumo a uma economia de baixas emissões, sem abandonar a exploração de novas reservas de petróleo.

Lula: visão de soberania nacional e democracia

O Brasil atravessa um período de alta tensão diplomática devido à interferência do governo dos Estados Unidos, que impôs tarifas sobre as exportações brasileiras e apoia abertamente a candidatura do senador Flávio Bolsonaro . Diante desse cenário, Lula defende, para um possível quarto mandato, um projeto político centrado na soberania nacional, na redução da desigualdade e no fortalecimento das políticas sociais.

A plataforma do Partido dos Trabalhadores (PT) para a campanha presidencial de 2026 coloca a política externa no centro de sua agenda, em um contexto internacional marcado pela ascensão do unilateralismo, do protecionismo e pelo aumento das disputas geopolíticas . A plataforma enfatiza que o Brasil deve preservar sua autonomia para tomar decisões políticas e econômicas de acordo com seus próprios interesses, sem aceitar condições externas que limitem sua capacidade de definir de forma independente suas relações e estratégias nacionais .

Em nível internacional, o programa visa expandir a Cooperação Sul-Sul e consolidar os instrumentos financeiros associados aos BRICS, bem como transformar a arquitetura financeira global para garantir uma participação mais democrática dos países em desenvolvimento em organizações como o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e as instituições multilaterais de crédito.

Regionalmente, a iniciativa busca fortalecer os laços entre os países sul-americanos por meio de projetos conjuntos em infraestrutura, defesa, segurança pública, energia e saúde, caminhando rumo a uma integração que fortaleça a autonomia coletiva .

A reforma das Nações Unidas ocupa um lugar de destaque na proposta , particularmente a do Conselho de Segurança, cuja composição e funcionamento o PT considera necessário modificar para alcançar uma estrutura mais representativa e democrática, com maior representação dos países em desenvolvimento entre seus membros permanentes. Da mesma forma, o documento atribui ao Brasil um papel de liderança na formulação de padrões internacionais para tecnologias digitais e inteligência artificial (IA), sob os princípios da soberania digital e da proteção de dados .

Em 7 de setembro, durante as comemorações do Dia da Independência, Lula afirmou em um pronunciamento transmitido por rádio e televisão que o Brasil deve defender sua soberania, sua democracia e seu direito de decidir sobre sua riqueza e relações comerciais. "Não podemos nos curvar diante de potências estrangeiras que querem transformar o Brasil em uma colônia . Não somos uma colônia e não seremos colônia de ninguém ", declarou o presidente, em um pronunciamento que sintetiza o tom soberanista de sua campanha.

A proposta do PT inclui ainda o fortalecimento da indústria de defesa, a proteção de minerais críticos como ativos estratégicos e a aceleração da transição energética — medidas apresentadas como garantias de autonomia contra pressões externas. Na frente social, o programa propõe a redução da desigualdade por meio do aumento do salário mínimo e da expansão de programas como o Bolsa Família, mantendo a abordagem redistributiva que caracterizou os governos anteriores do PT.

Com este programa, Lula busca consolidar um quarto mandato mais combativo, com o objetivo de "dar um salto além do básico" e concluir as transformações pendentes no Brasil.

Nesse cenário eleitoral, em 4 de outubro, o resultado das eleições poderá moldar o mapa geopolítico da América Latina, a favor ou contra um renovado expansionismo estadunidense na região. Portanto, não está em jogo apenas a presidência brasileira, mas também a direção da política externa e o grau de subordinação ou autonomia do país sul-americano .

Autor: teleSUR-asm - JDO

Fonte: teleSUR e Agências 30.09.26


domingo, 13 de setembro de 2026

❤ ✈ Ótimo dia em 13.09.26, Domingo ✍❤



❤ ✈ Ótimo dia em 13.09.26, Domingo ✍❤
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O AUGE DA PERVERSIDADE DO CAPITALISMO OCIDENTAL PERANTE A FRAGILIDADE DE UM  PAÍS PARA DAR EXEMPLO AOS OUTROS PEQUENOS COMO O BRASIL



 

❤️   Prêmio Festival de Cinema de Veneza concede prêmio ao documentário NAZA + TELESUR 13.09.26  ❤️ https://www.youtube.com/watch?v=KKAMrEHvJNk

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"Com Naza, queríamos mostrar como esse massacre é sistêmico, não resultado de um acidente, mas de um plano deliberado, baseado na total desumanização dos palestinos", disse um dos diretores, o israelense Yuval Abraham.

https://www.telesurtv.net/naza-sobre-destruccion-gaza-premio-venecia/

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❤️  🎸🎼❤️ "Nem picanha, nem fuzil: quero o Brasil sem Rivotril", diz CURY o oportunista diante da fragilidade e inexperiência da esquerda  + é SÓ O FIM já dizia CAMISA DE VÊNUS+ " 🎼🎼🎼 Esse calor insuportável ~Não abranda o frio da alma 


domingo, 30 de agosto de 2026

 ❤♟BOA NOITE, em 29.08.26, sábado ❤

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❤️ 239 dias de sequestro DE MADURO TELESUR 29.08.26 +  de Brasília, Zumbi presente. INGRESSO SIMBÓLICO por PIX

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❤️ SouBOSTAmasCHEIRO: Cury defende diminuir gastos com servidores públicos e aumentar com IA + drones na segurança e influencers no Itamaraty - UOL 29.08.26 JÁ GANHOU. KKKK

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❤️ OPERA MUNDI: O estouro da bolha de IA pode ser pior que a crise de 2008? - José Kobori + ... https://www.youtube.com/watch?v=IePL_f5LJwc + José Kobori explica a Breno Altman os riscos do estouro da bolha da inteligência artificial, alertando que os investimentos descontrolados podem desencadear uma crise financeira maior do que a bolha das empresas ponto com, no início dos anos 2000. Segundo Kobori, o cenário atual guarda semelhanças alarmantes com o período que antecedeu o crash de 2000. As ações ligadas à IA estão "excessivamente elevadas", segundo relatório do Bank of England, com o S&P 500 sendo negociado a 23 vezes os lucros futuros — um patamar que não se via desde a bolha da internet . Pesquisa da gestora Janus Henderson mostra que 67% dos investidores americanos estão preocupados com uma possível bolha de IA ou correção de mercado nos próximos 12 meses ..

terça-feira, 25 de agosto de 2026

 




[17:57, 25/08/2026] Edu Manguebeat: 

❤❤ Boa noite,  Zumbi presente, ❤+ ASCENSÃO DE HITLER FOI NA COMUNICAÇÃO

+ @encontroculturaldf

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❤ Litteris ❤ "CRIME SEM CASTIGO" - Estudo/Livro sobre as investigações do desaparecimento de Rubens Paiva vence o Prêmio Jabuti Acadêmico + FGV 24.09.26 ❤"Crime Sem Castigo" detalha quatro décadas de apurações judiciais e foi premiado na categoria Comunicação e Informação + https://portal.fgv.br/noticias/estudo-sobre-investigacoes-do-desaparecimento-de-rubens-paiva-vence-o-premio-jabuti

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❤️ " PT precisa se adaptar a uma nova geração." José Dirceu + DW 24.08.26 ❤️ "Precisamos investir em educação política" (DCM) + @rosemartinsant   + https://www.dw.com/pt-br/jos%C3%A9-dirceu-minimiza-impacto-eleitoral-de-crises-e-prega-renova%C3%A7%C3%A3o-do-pt/a-78481193



A jornalista Juliana Dal Piva foi a vencedora do 3º Prêmio Jabuti Acadêmico na categoria Comunicação e Informação com o livro "Crime sem castigo: como os militares mataram Rubens Paiva", publicado pela Editora Matrix. A conquista reforça a excelência acadêmica e o potencial de impacto público das pesquisas desenvolvidas no Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais da Escola de Ciências Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV CPDOC), cujos trabalhos combinam rigor científico e relevância social. O livro é uma adaptação da dissertação de mestrado profissional defendida por Dal Piva em setembro de 2016 no FGV CPDOC. O anúncio dos premiados ocorreu em cerimônia realizada no Teatro Sérgio Cardoso, na região central de São Paulo. 

O livro esmiúça milhares de páginas sobre as investigações realizadas desde 1971 a respeito do desaparecimento do engenheiro e ex-deputado federal Rubens Paiva. Levado de sua casa no Rio de Janeiro por um grupo de militares sob os olhos apreensivos de sua família, em 20 de janeiro de 1971, o parlamentar nunca mais voltou, drama familiar retratado recentemente no filme "Ainda estou aqui". A partir desse episódio, a busca pela verdade tornou-se uma missão vital para seus familiares, em especial para sua esposa, Eunice Paiva. A publicação também relata como o regime ditatorial monitorou de perto os interessados em desvendar o caso, com o objetivo de impedir que a verdade viesse à tona. 

A pesquisa acadêmica que embasa a publicação analisou as apurações empreendidas ao longo de quarenta anos para compreender a longa e tortuosa trajetória que levou a 2ª Turma Especializada do Tribunal Regional Federal a reconhecer o caso como um crime de lesa-humanidade. O estudo avaliou quatro procedimentos distintos de órgãos estatais: a Sindicância do Exército em 1971, o inquérito da Polícia Federal de 1986 que foi posteriormente transformado em Inquérito Policial-Militar conduzido pelo Exército em 1987, a pesquisa da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão da Verdade do Rio entre 2012 e 2014, além da investigação do Ministério Público Federal no mesmo período. A análise incorporou ainda os pedidos de investigação feitos por Eunice Paiva no Conselho dos Direitos da Pessoa Humana nos anos de 1971 e 1979, exemplificando os paradoxos enfrentados pelas vítimas de violações de direitos humanos no Brasil. 

Apenas em 2014 o grupo de Justiça de Transição do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro conseguiu concluir a investigação, apontando cinco militares pelo assassinato. A inédita abertura do processo por homicídio e ocultação de cadáver, em 26 de maio de 2014, trilhou um novo caminho judicial contra a impunidade e marcou a primeira vez que um magistrado instaurou uma ação para punir criminalmente um assassinato cometido durante o regime militar iniciado em 1964. Criado em 2024, o Prêmio Jabuti Acadêmico reconhece obras das áreas científica, técnica e profissional, com o intuito de valorizar a excelência editorial e dar visibilidade aos autores do segmento. 

A dissertação completa que deu origem ao livro, intitulada "A construção da busca por Rubens Paiva: um estudo de caso nas investigações sobre o desaparecimento do parlamentar", está disponível para download gratuito no Repositório da FGV. 



❤♟ Ótimo dia em 25.08.26, Terça ✈✍❤

 




❤♟ Ótimo dia em 25.08.26, Terça ✈✍❤


Bom dia, de Brasília... aqui A CANDIDATA DO IBANEIS ESTÁ A FRENTE .... Brasil está doente ou é vagabundo?

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[04:16, 25/08/2026] Edu Manguebeat:

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❤️ Líder indígena assassinado no Peru por confrontar extratores de óleo de copaíba denuncia Organização Regional Ucayali (ORAU), pertencente à Associação Interétnica da Floresta Amazônica Peruana (AIDESEP) TELESUR 25.08.26 👍  + Segundo registros de organizações indígenas da Amazônia, desde 2020 pelo menos 35 líderes indígenas foram assassinados no Peru por defenderem seus territórios contra as máfias e as atividades extrativistas ilícitas que os ameaçam.

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❤️ Rússia e Vietnã assinam acordo histórico para a construção de uma usina nuclear + A implementação deste projeto não só atenderá à crescente demanda de eletricidade do Vietnã, como também posicionará o país asiático como uma referência tecnológica em sua região, respaldada pela experiência da Rosatom, líder mundial em soluções nucleares.TELESUR 23.08.26

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❤️ EDUCAÇÃO. Até 31.08.26 Pé-de-Meia: parcelas de agosto começam a ser pagas ❤️Nova Zelândia discute banir redes para menores de 16 anos + MEC/DW 25.08.26





segunda-feira, 24 de agosto de 2026

❤♟ Ótimo dia em 24.08.26, Segunda ✈✍❤

 





❤♟ Ótimo dia em 24.08.26, Segunda ✈✍❤

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❤Bom dia, de Brasília.  234 dias sem Maduro e sem 120  CRIANÇAS IRÃNIANAS assassinadas pelos USA em 28.02.26

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❤ Eleições mais importante de nossas vidas - Freixo RJ 1331

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❤ Dino anula emendas parlamentares solicitadas ou indicadas por presidentes de partidos + 119 milhões ICL + 24.08.26

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❤️ CULTURAnews: Lobão rejeita apoio a Bolsonaro e diz que agora espera por "discos voadores"



+ Ariana Grande se revolta e manda Trump parar de usar suas músicas em vídeos



+ Deputada bolsonarista Ana Campagnolo (PL-SC) é processada por Chico Buarque, Gil e Djavan DCM 23.08.26

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

 



Por que as formigas estão mudando de trabalho e o que isso revela sobre o planeta + https://revistaforum.com.br/meio-ambiente-e-sustentabilidade/formigas-trabalho-planeta/ + FÓRUM 14.08.26

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Formigas podem parecer pequenas demais para influenciar o destino de uma floresta, mas estão por trás de processos fundamentais da Mata Atlântica. Um levantamento com 58 espécies mostra que o avanço do calor pode modificar esse trabalho e, no longo prazo, tornar os ecossistemas menos resistentes às mudanças ambientais.

As conclusões estão no estudo “Ant-Mediated Ecosystem Functions Along a Tropical Elevational Gradient”, que analisou comunidades de formigas em dez unidades de conservação do Sudeste brasileiro, principalmente na Serra do Mar e em áreas próximas.

Os pesquisadores compararam ambientes de diferentes altitudes e encontraram um padrão curioso. A dispersão de sementes e a predação de outros animais aumentaram nos locais mais quentes. Isso acontece porque a temperatura influencia diretamente a atividade das formigas e, dentro de determinados limites, favorece sua movimentação.

O efeito positivo, porém, pode ser apenas aparente.

Nas áreas submetidas a mais calor, seca e maior oscilação de temperatura, a variedade evolutiva das formigas diminuiu. Isso significa que as espécies presentes nesses ambientes tendem a ser mais próximas entre si, reduzindo a quantidade de linhagens diferentes capazes de desempenhar funções semelhantes.

Essa perda pode deixar a floresta mais vulnerável. Se poucas espécies forem responsáveis por uma determinada tarefa, o desaparecimento de uma delas pode comprometer processos importantes para o ambiente.

As formigas atuam, por exemplo, no transporte de sementes, favorecendo a regeneração da vegetação. Também controlam populações de insetos por meio da predação, movimentam o solo e participam da reciclagem de nutrientes.

Outro resultado chamou a atenção dos cientistas: o maior número de espécies e a atividade ecológica mais intensa foram registrados perto dos 300 metros de altitude. Acima dessa faixa, caiu tanto a quantidade de espécies quanto a dispersão de sementes e a predação.

Nas regiões mais altas, havia menos formigas, mas espécies pertencentes a linhagens evolutivas mais distintas. Isso aumenta o peso ecológico de cada uma delas: perder uma espécie pode significar também perder uma função difícil de ser substituída.

O estudo reforça que proteger a Mata Atlântica em diferentes faixas de altitude é também uma forma de preservar os serviços invisíveis realizados por esses insetos diante do avanço das mudanças climáticas.

 

APOIE A REVISTA FÓRUM25 ANOS DE JORNALISMO INDEPENDENTE E PROGRESSISTA

https://revistaforum.com.br/assinatura/

 



 

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❤♟ Ótimo dia em 19.08.26, Quarta ✈✍❤

 

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❤ Bom dia, Zumbi presente, ❤ Ingresso/pix simbólico

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❤️ TCU aponta 57 candidatos com contas irregulares. ICL 18.08.26 + https://iclnoticias.com.br/tcu-aponta-57-candidatos-com-contas-irregulares/

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❤Contran muda regras da Lei Seca Contran passando  a permitir a possibilidade de uso de equipamentos (drogômetero) para detectar outras substâncias psicoativas + CorreioB 19.08.26 + detectar: anfetamina; cocaína; MDMA (ecstasy); 6-MAM (heroína); LSD; 9-THC (cannabis); fentanil; cetamina; K2 (canabinoides sintéticos); morfina; metanfetamina; e MDPV. Novas regras evitam positivos por álcool residual, como bombons de licor + https://diariodoporto.com.br/nova-lei-seca-tera-teste-para-drogas-e-etapa-inicial-de-triagem-de-alcool/

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❤️ Quem planejou sequestro de Morales/BOL tem nome: Fernando Cerimedo, assessor do PRES Rodrigo Paz, elite da polícia + 229 dias sem MADURO/VEN. TELESUR 18.08.26 +  https://www.telesurtv.net/exasesor-milei-comando-secreto-evo-morales/




DIÁRIO DO PORTO 18.08.26
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O governador interino do Rio, Ricardo Couto, determinou uma auditoria em todos os 32 órgãos do governo do estado, e um dos primeiros resultados já saiu. A análise de um programa voltado a idosos, o “60+ Reabilita”, encontrou tantas irregularidades que levou à exoneração de 35 servidores, incluindo a secretária da pasta, Isabela Alves, e à decisão de extinguir a própria secretaria. O repasse de dinheiro ao programa foi suspenso. As informações são do Globo, e as exonerações saem no Diário Oficial desta segunda.
O QUE A AUDITORIA ENCONTROU
O programa era tocado por duas organizações, o Instituto NATA e a ONG Contato, contratadas pra montar 225 polos de atendimento a pessoas com mais de 60 anos. Juntas, elas receberam R$ 115 milhões desde 2023. Segundo a equipe técnica, boa parte desse dinheiro saiu do caixa do estado antes de os polos existirem de fato. Em fevereiro de 2025, por exemplo, o NATA já tinha recebido R$ 6 milhões sem que nenhuma unidade estivesse funcionando.
OUTROS PONTOS QUE CHAMARAM ATENÇÃO
A auditoria aponta ainda uma estrutura duplicada, com duas sedes, duas diretorias e duas assessorias jurídicas fazendo a mesma coisa, a um custo de R$ 3,86 milhões por ano em cada contrato. Também questiona a contratação sem licitação, com a justificativa mudando ao longo dos anos, e gastos com aluguel de carros antes de qualquer polo abrir. Os auditores citam uma coincidência de sobrenomes entre a dona de uma locadora contratada e o presidente do NATA, ressaltando que isso não comprova parentesco, mas recomendando apurar.
O QUE MUDA AGORA
A secretaria (Seijes) será extinta, e sua estrutura passa pra Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos. As atividades com os idosos seguem por até 30 dias, até o fim da análise técnica. A equipe recomenda abrir uma Tomada de Contas pra apurar eventual dano aos cofres públicos e enviar o caso ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas. Procuradas, a Seijes disse que não comentaria, e o Instituto NATA e a ONG Contato não se manifestaram.




terça-feira, 18 de agosto de 2026

 



Quando o colonizador chama a resistência de terrorismo

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O Direito Internacional Humanitário não elimina o direito político e jurídico de um povo resistir à ocupação

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Autor

Sayid Marcos Tenório

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Historiador e especialista em Relações Internacionais. É vice-presidente do Instituto Brasil-Palestina (Ibraspal) e autor do livro 'Palestina: do mito da terra prometida à terra da resistência' (Anita Garibaldi/Ibraspal, 2019. 412 p)

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Publicado em 8 de agosto de 2026  - 247

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Ao longo da história, quase todas as lutas de libertação nacional foram classificadas como “terrorismo” pelas potências que exerciam o domínio colonial ou a ocupação estrangeira. Essa estratégia não é nova.

O Império Britânico chamava de terroristas os combatentes do IRA na Irlanda e os guerrilheiros do EOKA em Chipre. A França qualificava a Frente de Libertação Nacional (FLN) argelina como uma organização criminosa.

O mesmo ocorreu com a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), a Organização do Povo do Sudoeste Africano (SWAPO), na Namíbia, e até com o Congresso Nacional Africano (ANC), de Nelson Mandela.

A história, porém, absolveu esses movimentos e condenou os regimes coloniais que pretendiam perpetuar sua dominação.

Esse padrão revela uma constante de que quem ocupa um território: procura retirar do povo ocupado qualquer legitimidade para resistir.

A desumanização da resistência é uma estratégia colonial para, ao rotular todo resistente como “terrorista”, deslocar o foco da ocupação ilegal, do apartheid e da negação da autodeterminação para a reação dos povos ocupados.

Essa narrativa, entretanto, encontra limites claros no próprio Direito Internacional.

Desde a Carta das Nações Unidas, passando pela Resolução 1514 (XV), sobre a descolonização, e pela Resolução 2625 (XXV), que reafirma o princípio da autodeterminação dos povos, consolidou-se o entendimento de que povos submetidos à dominação colonial, à ocupação estrangeira ou a regimes racistas possuem o direito de lutar por sua libertação.

Diversas resoluções posteriores da Assembleia Geral das Nações Unidas reconheceram a legitimidade dos movimentos de libertação nacional e admitiram que essa resistência pode assumir formas de luta armadas, desde que sujeitas às normas do Direito Internacional Humanitário.

É precisamente por isso que a comunidade internacional jamais equiparou automaticamente movimentos de libertação nacional a organizações terroristas.

O Direito Internacional Humanitário regula a forma como os conflitos armados devem ser conduzidos e impõe obrigações a todos os beligerantes, inclusive aos movimentos de resistência.

Porém, ele não elimina o direito político e jurídico de um povo resistir à ocupação. Confundir essas duas dimensões interessa apenas às potências ocupantes, porque transforma um conflito de natureza política e jurídica em mera questão policial.

A própria história do chamado “Estado de Israel” revela essa contradição.

Antes de 1948, Irgun e Lehi eram considerados organizações terroristas pelo governo britânico, em razão de atentados como a explosão do Hotel King David e o assassinato do mediador da ONU, Folke Bernadotte.

Anos depois, seus líderes chegaram ao governo, e Menachem Begin recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Isso demonstra que o rótulo de “terrorista” muitas vezes expressa circunstâncias políticas, mais do que uma definição jurídica permanente.

No cenário contemporâneo, essa discussão permanece atual. A Palestina continua reconhecida pelas Nações Unidas como um território submetido à ocupação, enquanto o Saara Ocidental permanece inscrito na lista de Territórios Não Autônomos da ONU, aguardando a concretização do direito de seu povo à autodeterminação.

Nesse contexto, o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), surgido durante a Primeira Intifada, e a Frente Polisario, reconhecida pelas Nações Unidas como representante do povo saaraui no processo de paz relativo ao Saara Ocidental, inserem-se na tradição histórica dos movimentos de libertação nacional.

Assim como ocorreram com o ANC sul-africano, a FLN argelina, a SWAPO namibiana, a FRELIMO moçambicana e tantos outros movimentos, ambos fundamentam sua atuação na reivindicação do direito de seus povos à autodeterminação frente à ocupação ou à dominação estrangeira.

Isso não significa que toda ação militar praticada por organizações de resistência esteja automaticamente legitimada pelo Direito Internacional.

As normas do Direito Internacional Humanitário aplicam-se a todas as partes em conflito e vedam ataques deliberados contra civis, independentemente da causa defendida.

Contudo, eventuais violações dessas normas não anulam, por si só, a legitimidade jurídica da luta pela autodeterminação nem transformam automaticamente um movimento de libertação nacional em uma organização terrorista perante o Direito Internacional. São questões distintas, frequentemente confundidas por conveniência política.

Não existe colonialismo sem resistência. Nunca existiu.

A resistência francesa contra a ocupação nazista, os guerrilheiros vietnamitas, os combatentes argelinos, os sul-africanos que enfrentaram o apartheid, os movimentos de libertação africanos, a Frente Polisario e a resistência palestina demonstram que nenhum povo aceita indefinidamente a perda de sua terra, de sua soberania e de sua dignidade.

A verdadeira pergunta, portanto, não é por que existe resistência.

A pergunta que o mundo deveria fazer é por que ainda persistem ocupações militares, processos coloniais e regimes que negam a povos inteiros o direito de decidir seu próprio destino.

Enquanto houver colonização, apartheid, anexações ilegais e negação da autodeterminação, haverá movimentos de resistência armada.

E o Direito Internacional, apesar das pressões políticas e das tentativas de criminalizar os movimentos de libertação, continua afirmando o princípio elementar de que a liberdade dos povos não constitui um ato de terrorismo, mas um direito fundamental da humanidade.


❤♟ Ótimo dia em 18.08.26, Terça ✈️✍❤


 ❤♟ Ótimo dia em 18.08.26, Terça ✈️✍❤

❤ Bom dia, de Brasília, 228 dias sem Maduro

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❤️ 17 a 28.08.26 COP17 na Mongólia debate combate à desertificação + BdF + A ideia é debater ações para combater a seca, restaurar alguns ecossistemas, garantir acesso universal à água e aos alimentos e valorizar povos e territórios tradicionais. https://www.brasildefato.com.br/2026/08/17/uma-olha-para-o-ceu-outra-para-o-chao-cop17-na-mongolia-debate-combate-a-desertificacao/

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❤️ 1º Bandeiraço 2026 em GRANJA DO TORTO /DF17 H ❤️ Rejeição da presença ISRAELENSE na Colômbia diante da DOR. TELESUR 18.08.26 👍👍👍

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❤️ Mande notícias do mundo de lá. Diz quem fica. Me dê um abraço, venha me apertar, tô chegando + @encontroculturaldf - facebook.com/eduardojorge.soarescosta - Cancelo, caso não queira receber informe

sábado, 15 de agosto de 2026

❤♟ Ótimo dia em 15.08.26, sábado ✈✍❤



❤♟ Ótimo dia em 15.08.26, sábado ✈✍❤


❤️ 11.09 Festival de Brasília do Cinema Brasileiro chega com talentos PERNAMBUCANOS de 'AGENTES SECRETOS' + CorreioB 14.08.09

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❤️ ​​DF/CONIC. Curso Intensivo sobre o IrãHistória, Cultura e Geopolítica ContemporâneaData: 22 e 23 de agosto de 2026 + @encontroculturaldf

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❤️ ​​DF/CONIC. Curso Intensivo sobre o IrãHistória, Cultura e Geopolítica ContemporâneaData: 22 e 23 de agosto de 2026 + + O curso oferece uma visão abrangente do Irã, abordando sua história, cultura, a Revolução Islâmica de 1979 e seu papel na geopolítica contemporânea. Ministrado por especialistas em história, relações internacionais e Oriente Médio, o programa promove uma compreensão crítica de uma das civilizações mais antigas do mundo e de sua importância na atual transição para uma ordem internacional multipolar.

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❤️ 09.09.26 Fórum Brasileiro de Deep Techs 2026 chega a Goiânia em um momento estratégico para o ecossistema de inovação do Centro-Oeste. Goiás tem 273 startups ativas em AgroTech, Biotech e HealthTech, mais de R$ 20 bilhões em capital social e uma agenda cada vez mais forte em inteligência artificial aplicada ao agro, à saúde, à indústria e aos desafios públicos.

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❤️   Na FLIN, Ruy Castro e Geraldo Carneiro falam sobre a função da música como ferramenta de linguagem e de construção da história e memória de um país +++++

FONTE ABL  - 15/08/2026 (.....  https://www.academia.org.br/noticias/na-flin-ruy-castro-e-geraldo-carneiro-falam-sobre-funcao-da-musica-como-ferramenta-de  )

 

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Em uma conversa sobre a contribuição da música para a construção da identidade brasileira, os Acadêmicos e escritores Ruy Castro e Geraldo Carneiro contaram histórias de quem tem conhecimento notório sobre os assuntos porque estudaram e mergulharam, ou porque viveram. +++++

O humor, as considerações e o complemento de pensamentos deram o tom de uma conversa que durou uma hora e meia na Arena FLIN, no segundo dia de programação do evento. +++++

Com mediação do jornalista e editor da New Mag,Christovam de Chevalier, os Acadêmicos se debruçaram não só nas suas relações com a música em seus ofícios como escritores, mas também na vida pessoal, no lugar que as letras e as histórias das canções ocupam, na dimensão que sempre deram ao tema ao longo das suas trajetórias profissionais. Ruy Castro falou um pouco sobre seu novo livro, “Eu gosto de música”, um compilado de crônicas que revelam fatos históricos e curiosidades de quem esteve nos bastidores.+++++

Antigamente, nós chamávamos de samba tudo que era música brasileira. Eu sou de uma geração que teve a felicidade de ter acesso à música popular do mundo inteiro. O Brasil era muito sofisticado em matéria de música, porque se ouvia música do mundo inteiro, em diversas línguas. Essa riqueza de ritmos, tempestade de ritmos, como costumo dizer, é retratada no livro, junto a essa variedade de interesses.”  ++++++

A Nana Caymmi era uma ótima leitora. Ela me ligava para discutir os meus livros comigo. Então, uma cantora que tem afinidade com a leitura, com as palavras, vai ser uma cantora que, diante de uma letra, vai saber o que está cantando. E este é um dos grandes problemas dos cantores de modo geral. Eles precisam saber o que estão cantando. Acho que a letra descreve uma situação e o cantor/cantora tem que obedecer ao sentido da letra.” ++++++

Geraldo Carneiro, que recitou poemas extensos ao longo da mesa com naturalidade, confessou que já pensou em ser músico: +++++++

Eu queria ser músico. Mas conheci a poesia porque um amigo do meu pai me ensinou a gostar de Augusto dos Anjos, Cruz e Souza, entre tantos outros. Eu ia muito para a casa dele, porque eu era exilado da casa dos meus pais quando tinha visita, já que eu era muito levado.” ++++++

Ruy disse ser incapaz de decorar letra de música, mas que tem enorme facilidade para decorar arranjos musicais, mesmo não sabendo tocar nenhum instrumento, Ao contrário do Tom Jobim, que falava muito sobre as letras. “Quem não sabe tocar música, escreve sobre música”. +++++++

 

Perguntados sobre se se consideraram saudosistas, Ruy falou: “Eu trabalho basicamente com o passado. E a gente tende a se esquecer. Muito injustamente, porque ele precisa ser conhecido para que a gente não repita os erros. Eu fui habituado desde muito cedo a admirar e respeitar o passado.” +++++++

 

Já Geraldo considera a resposta dificil, porque o passado muda o tempo todo. “A poesia dialoga muito. Me apaixonei por Shakespeare por conta da musicalidade dele, dos seus versos decassílabos. Eu acho que a musicalidade da poesia é o que mais fascina.” +++++++

 

Geraldo Carneiro circulou no cenário artístico cultural, figurando em muitas esferas da arte com a sua poesia, e lembrou da sua estreia no teatro, com o musical “Lola Morena”, escrito em parceria com Braulio Pedroso. Algumas músicas foram gravadas por Ney Matogrosso e Zezé Motta, mas ele ressaltou que, apesar de respeitar o cânone, “sempre está com a antena aberta ao que está sendo produzido de novo pelas novas gerações.”



❤♟ Ótimo dia em 15.08.26, sábado ✈✍❤


 

❤️ rs Sinto-me humilhado após vencimento cair para R$ 41 mil: 'Fui às lágrimas' – diz Juiz MÁRIO A. SOUSA de SP - UOL 14.08.26 + DINO x PENDURICALHOS  kkkkk

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❤️ Desembargador suspende edital que abria caminho para privatizar escolas municipais de São Paulo +CARTA 14.08.26

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Curso Intensivo Sobre o IR
Bem-vindo(a)!
Curso Intensivo sobre o Irã
História, Cultura e Geopolítica Contemporânea

Data: 22 e 23 de agosto de 2026
Local: Auditório do Instituto Nacional de Direitos Humanos 17 de Abril – SDS, Bloco A, Sala 511 - CONIC, Brasília.
Carga horária: 16 horas.

Taxa de Inscrição: R$ 105,00
PIX: 22.627.099/0001-99 - CIADB

VAGAS LIMITADAS

Informações e Inscrições:
📲 (61) 99820-6565

O curso oferece uma visão abrangente do Irã, abordando sua história, cultura, a Revolução Islâmica de 1979 e seu papel na geopolítica contemporânea. Ministrado por especialistas em história, relações internacionais e Oriente Médio, o programa promove uma compreensão crítica de uma das civilizações mais antigas do mundo e de sua importância na atual transição para uma ordem internacional multipolar.
Programação
1- Sábado, 22 de agosto de 2026

9h00  - Sessão de Abertura – Conferência Magna
A República Islâmica do Irã na Atualidade: Resistência, Conflitos, Diplomacia e Desafios Contemporâneos
Conferencista:
S. E. Abdollah Nekounam Ghadiri
Embaixador da República Islâmica do Irã na República Federativa do Brasil
Temas em destaque:
•    O cenário regional e internacional contemporâneo;
•    A Guerra dos Doze Dias e suas implicações geopolíticas;
•    O acordo entre o Irã e os Estados Unidos;
•    A resiliência da sociedade iraniana diante dos desafios atuais;
•    Perspectivas para o futuro da República Islâmica do Irã.
13h00 – Intervalo para almoço
15h00  - Aula I – Cultura, Turismo e Patrimônio Gastronômico do Irã
Professor: Sheikh Ali Reza Mirjalili, Consul Cultural da República Islâmica do Irã no Brasil
Principais temas:
•    A civilização persa e a identidade cultural iraniana;
•    Literatura, artes, arquitetura e cinema;
•    Patrimônio histórico e turismo cultural;
•    A tradição gastronômica iraniana.
Programação Cultural
Exposição de arte, artesanato, livros e materiais de divulgação turística do Irã, seguida de degustação da tradicional culinária iraniana.

Domingo, 23 de agosto de 2026
9h00 - Aula II –
História do Irã e a Revolução Islâmica
Professor: Sayid Marcos Tenório, Historiador e Analista de Geopolítica
Principais temas:
•    Da antiga Pérsia ao Estado iraniano contemporâneo;
•    O golpe de Estado de 1953 e o regime Pahlavi;
•    A Revolução Islâmica de 1979;
•    A organização constitucional e política da República Islâmica do Irã.

11h  - Aula III – O Irã e a Geopolítica Contemporânea

Professor: Prof. Jacques de Novion, pesquisador na área de Relações Internacionais

Principais temas:

  • O Irã como potência regional;
  • A Palestina e o Eixo da Resistência;
  • As relações do Irã com os Estados Unidos, China, Rússia e os BRICS;
  • O Irã e a consolidação de uma ordem internacional multipolar.
13h00 – Intervalo para almoço

14h30 – Relatos de um jornalista brasileiro no Irã

Palestrante: Jornalista Joaquim de Carvalho – Brasil 247

16h00 - Sessão de Encerramento

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