❤️ 11.09 Festival de
Brasília do Cinema Brasileiro chega com talentos PERNAMBUCANOS de 'AGENTES
SECRETOS' + CorreioB 14.08.09
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❤️ DF/CONIC. Curso
Intensivo sobre o IrãHistória, Cultura e Geopolítica ContemporâneaData: 22 e 23
de agosto de 2026 +
@encontroculturaldf
)
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❤️ DF/CONIC. Curso
Intensivo sobre o IrãHistória, Cultura e Geopolítica ContemporâneaData: 22 e 23
de agosto de 2026 + + O curso oferece uma visão abrangente do Irã, abordando
sua história, cultura, a Revolução Islâmica de 1979 e seu papel na geopolítica
contemporânea. Ministrado por especialistas em história, relações
internacionais e Oriente Médio, o programa promove uma compreensão crítica de
uma das civilizações mais antigas do mundo e de sua importância na atual
transição para uma ordem internacional multipolar.
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❤️ 09.09.26 Fórum
Brasileiro de Deep Techs 2026 chega a Goiânia em um momento estratégico para o
ecossistema de inovação do Centro-Oeste. Goiás tem 273 startups ativas em
AgroTech, Biotech e HealthTech, mais de R$ 20 bilhões em capital social e uma
agenda cada vez mais forte em inteligência artificial aplicada ao agro, à
saúde, à indústria e aos desafios públicos.
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❤️ Na FLIN, Ruy Castro e Geraldo Carneiro falam
sobre a função da música como ferramenta de linguagem e de construção da
história e memória de um país +++++
FONTE ABL - 15/08/2026 (..... https://www.academia.org.br/noticias/na-flin-ruy-castro-e-geraldo-carneiro-falam-sobre-funcao-da-musica-como-ferramenta-de )
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Em uma conversa sobre a contribuição da música para a construção da
identidade brasileira, os Acadêmicos e escritores Ruy Castro e Geraldo Carneiro
contaram histórias de quem tem conhecimento notório sobre os assuntos porque
estudaram e mergulharam, ou porque viveram. +++++
O humor, as considerações e o complemento de pensamentos deram o tom de
uma conversa que durou uma hora e meia na Arena FLIN, no segundo dia de
programação do evento. +++++
Com mediação do jornalista e editor da New Mag,Christovam de Chevalier,
os Acadêmicos se debruçaram não só nas suas relações com a música em seus
ofícios como escritores, mas também na vida pessoal, no lugar que as letras e
as histórias das canções ocupam, na dimensão que sempre deram ao tema ao longo
das suas trajetórias profissionais. Ruy Castro falou um pouco sobre seu novo
livro, “Eu gosto de música”, um compilado de crônicas que revelam fatos
históricos e curiosidades de quem esteve nos bastidores.+++++
Antigamente, nós chamávamos de samba tudo que era música brasileira. Eu
sou de uma geração que teve a felicidade de ter acesso à música popular do
mundo inteiro. O Brasil era muito sofisticado em matéria de música, porque se
ouvia música do mundo inteiro, em diversas línguas. Essa riqueza de ritmos,
tempestade de ritmos, como costumo dizer, é retratada no livro, junto a essa
variedade de interesses.” ++++++
A Nana Caymmi era uma ótima leitora. Ela me ligava para discutir os meus
livros comigo. Então, uma cantora que tem afinidade com a leitura, com as
palavras, vai ser uma cantora que, diante de uma letra, vai saber o que está
cantando. E este é um dos grandes problemas dos cantores de modo geral. Eles
precisam saber o que estão cantando. Acho que a letra descreve uma situação e o
cantor/cantora tem que obedecer ao sentido da letra.” ++++++
Geraldo Carneiro, que recitou poemas extensos ao longo da mesa com
naturalidade, confessou que já pensou em ser músico: +++++++
Eu queria ser músico. Mas conheci a poesia porque um amigo do meu pai me
ensinou a gostar de Augusto dos Anjos, Cruz e Souza, entre tantos outros. Eu ia
muito para a casa dele, porque eu era exilado da casa dos meus pais quando
tinha visita, já que eu era muito levado.” ++++++
Ruy disse ser incapaz de decorar letra de música, mas que tem enorme
facilidade para decorar arranjos musicais, mesmo não sabendo tocar nenhum
instrumento, Ao contrário do Tom Jobim, que falava muito sobre as letras. “Quem
não sabe tocar música, escreve sobre música”. +++++++
Perguntados sobre se se consideraram saudosistas, Ruy falou: “Eu
trabalho basicamente com o passado. E a gente tende a se esquecer. Muito
injustamente, porque ele precisa ser conhecido para que a gente não repita os
erros. Eu fui habituado desde muito cedo a admirar e respeitar o passado.”
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Já Geraldo considera a resposta dificil, porque o passado muda o tempo
todo. “A poesia dialoga muito. Me apaixonei por Shakespeare por conta da
musicalidade dele, dos seus versos decassílabos. Eu acho que a musicalidade da
poesia é o que mais fascina.” +++++++
Geraldo Carneiro circulou no cenário artístico cultural, figurando em
muitas esferas da arte com a sua poesia, e lembrou da sua estreia no teatro,
com o musical “Lola Morena”, escrito em parceria com Braulio Pedroso. Algumas
músicas foram gravadas por Ney Matogrosso e Zezé Motta, mas ele ressaltou que,
apesar de respeitar o cânone, “sempre está com a antena aberta ao que está
sendo produzido de novo pelas novas gerações.”









