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Arte & Cultura, ênfase em Literatura

terça-feira, 9 de junho de 2026

❤♟ Ótimo dia em 09.06.26, terça-feira ✈✍❤ +++++++


 

  DF/UnB/Opinião - Dia Mundial do Meio Ambiente (05.06) -  Júlio Barêa Pastore é secretário de meio ambiente da Universidade de Brasília (SeMA/UnB) e professor de Paisagismo da FAV/UnB. + https://noticias.unb.br/artigos-main/8571-dia-mundial-do-meio-ambiente-2

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TV Faixa LIvre : Tema: Efeitos econômicos do veto da UE à carne brasileira e plano da China de autossuficiência alimentar    Por Adhemar Mineiro/RJ , economista 

+   https://www.youtube.com/watch?v=yR5AQgaBbF4 + + membro da coordenação da Associação Brasileira de Economistas pela Democracia do Rio de Janeiro (Abed-RJ) e assessor da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (Rebrip)

 

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Diário de Ceilândia (MASTER/BRB) 09.06.26

A governadora Celina Leão (Progressistas), passa a enfrentar nas próximas semanas um problema que ela mesma ajudou a criar. O Executivo do DF precisa do aval da Câmara Legislativa para contrair empréstimo de R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito, dinheiro destinado a socorrer o BRB, banco cuja crise Celina fez questão de associar publicamente à gestão anterior de Ibaneis Rocha. Para aprovar essa operação, ela conta com cinco votos do MDB na CLDF. O problema é que esses votos não são mais dela.

Na noite de domingo, Rafael Prudente e quatro deputados distritais protocolaram representação contra Wellington Luiz, presidente regional do MDB e da própria Câmara Legislativa, que funcionava como principal correia de transmissão entre o Palácio do Buriti e a bancada emedebista. A executiva nacional confirmou nesta quinta-feira (11/6) que Prudente assume o controle das decisões eleitorais do partido no DF. Wellington segue nos cargos, mas esvaziado justamente onde Celina mais dependia dele: na articulação diária com a bancada.

Prudente não é um adversário qualquer. É o nome do MDB para o Buriti, quadro orgânico do campo de Ibaneis, e alguém que Celina tratou como obstáculo desde os primeiros meses de governo. Agora ele segura a chave de uma votação que o Executivo não pode perder sem consequências sérias. Negociar com ele significa ceder espaço eleitoral num momento em que cada milímetro do tabuleiro importa. Não negociar significa arriscar o BRB, a estabilidade financeira do DF e a própria narrativa de gestora competente que Celina tenta sustentar a quatro meses das eleições.

Sobre esse impasse ainda paira a delação do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, sem data definida, mas com potencial real de redistribuir responsabilidades num escândalo que Celina usava até agora como arma exclusiva contra o antecessor. Se a delação mudar o ângulo, muda o jogo inteiro, e o escândalo que hoje serve de munição eleitoral pode se transformar num problema sem dono definido. _ ROMPIDA COM IBANEIS

Douglas Protázio

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