❤️ DF/UnB/Opinião - Dia Mundial do Meio Ambiente
(05.06) - Júlio Barêa Pastore é
secretário de meio ambiente da Universidade de Brasília (SeMA/UnB) e professor
de Paisagismo da FAV/UnB. + https://noticias.unb.br/artigos-main/8571-dia-mundial-do-meio-ambiente-2
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Faixa LIvre : Tema: Efeitos econômicos do veto da UE à carne brasileira e plano
da China de autossuficiência alimentar Por Adhemar Mineiro/RJ , economista
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https://www.youtube.com/watch?v=yR5AQgaBbF4 + + membro da coordenação da
Associação Brasileira de Economistas pela Democracia do Rio de Janeiro
(Abed-RJ) e assessor da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (Rebrip)
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Diário de Ceilândia (MASTER/BRB) 09.06.26
A governadora Celina Leão (Progressistas), passa a
enfrentar nas próximas semanas um problema que ela mesma ajudou a criar. O
Executivo do DF precisa do aval da Câmara Legislativa para contrair empréstimo
de R$ 6,6 bilhões junto ao Fundo Garantidor de Crédito, dinheiro destinado a
socorrer o BRB, banco cuja crise Celina fez questão de associar publicamente à
gestão anterior de Ibaneis Rocha. Para aprovar essa operação, ela conta com
cinco votos do MDB na CLDF. O problema é que esses votos não são mais dela.
Na noite de domingo, Rafael Prudente e quatro deputados
distritais protocolaram representação contra Wellington Luiz, presidente
regional do MDB e da própria Câmara Legislativa, que funcionava como principal
correia de transmissão entre o Palácio do Buriti e a bancada emedebista. A
executiva nacional confirmou nesta quinta-feira (11/6) que Prudente assume o
controle das decisões eleitorais do partido no DF. Wellington segue nos cargos,
mas esvaziado justamente onde Celina mais dependia dele: na articulação diária
com a bancada.
Prudente não é um adversário qualquer. É o nome do MDB
para o Buriti, quadro orgânico do campo de Ibaneis, e alguém que Celina tratou
como obstáculo desde os primeiros meses de governo. Agora ele segura a chave de
uma votação que o Executivo não pode perder sem consequências sérias. Negociar
com ele significa ceder espaço eleitoral num momento em que cada milímetro do
tabuleiro importa. Não negociar significa arriscar o BRB, a estabilidade financeira
do DF e a própria narrativa de gestora competente que Celina tenta sustentar a
quatro meses das eleições.
Sobre esse impasse ainda paira a delação do ex-presidente
do BRB Paulo Henrique Costa, sem data definida, mas com potencial real de
redistribuir responsabilidades num escândalo que Celina usava até agora como
arma exclusiva contra o antecessor. Se a delação mudar o ângulo, muda o jogo
inteiro, e o escândalo que hoje serve de munição eleitoral pode se transformar
num problema sem dono definido. _ ROMPIDA COM IBANEIS
✍️
Douglas Protázio
