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+ Prazer, Edu Manguebeat –
edujscosta22@gmail.com +
❤️08.01.26,
14 h 30 - STF terá programação especial
para lembrar o 8 de janeiro + Atividades integram a campanha “Democracia
Inabalada” e destacam a resiliência e a força das instituições brasileira
+ Já às 17h, está marcada a mesa-redonda “Um dia para não
esquecer”, a ser realizada no Salão Nobre do STF.
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Salário Mínimo passa pra R$1621 . Quem
recebe até R$5.000,00 deixa de pagar IMPOSTO DE RENDA.
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❤️EUA tomam
controle do petróleo venezuelano e desafiam Pequim | TVGGN 20H com Luis Nassif
| (07/01) + Obs: nquanto os EUA investem em beligerâncias, China e Rússia
trabalham há dez anos em um sistema de pagamento internacional que os liberem
do SWIFT, Venezuela é o laboratório.
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https://www.youtube.com/watch?v=a23Ml40MXPE&t=1615s -
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A visita de representantes do Exército de Libertação Popular a Brasília ocorreu em dezembro, em um momento de tensões crescentes entre grandes potências e de
reorganização do tabuleiro global. A delegação chinesa esteve no Centro de Doutrina do Exército Brasileiro, onde teve acesso a debates sobre prioridades estratégicas, doutrina e planejamento das forças terrestres do Brasil.
Durante o encontro, os chineses conheceram projetos sensíveis, como o Projeto COBRA, voltado à modernização do combatente brasileiro, além de trocar experiências sobre treinamento, conceitos operacionais e cooperação técnica. Não houve anúncio de exercícios conjuntos ou acordos de armamentos, mas o gesto sinaliza um aprofundamento institucional que vai além da formalidade diplomática.
O movimento ganha peso ao se somar a uma decisão inédita de Brasília em 2025: pela primeira vez, um general brasileiro foi designado como adido de Defesa e Exército na China — um status que, até então, era reservado apenas aos Estados Unidos. O recado é claro: o Brasil busca diversificar parcerias estratégicas em defesa em um mundo cada vez mais multipolar.
Em um cenário internacional marcado por disputas de influência, a aproximação militar com Pequim indica uma estratégia pragmática de ampliação de margem de manobra, sem alinhamentos automáticos. Doutrina, intercâmbio e presença militar passam a ser ferramentas tão relevantes quanto comércio e diplomacia tradicional.
Em tempos de tensões globais, cada visita carrega um sinal. A pergunta é: até onde o Brasil pretende ir nessa diversificação estratégica — e como isso reposiciona o país no jogo entre as grandes potências?
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