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Mostrando postagens de Junho, 2016

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♩♬   ♪♫
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♩♬ Navalha
as anáguas de minhas mágoas não vestem quaisquer barrigas as intrigas de minhas tréguas acabam em brigas as éguas de minhas águas não bebem ínguas as réguas de minhas léguas traçam rugas de minha navalha rasgam blusas

Donne Pitalurgh .

. "Se paro, morro. Desde os 15 anos, escrevo sem parar. Inclusive, acho que a minha máquina de escrever não é apenas uma extensão de mim; sou eu. Está organicamente entranhada no corpo. Escrevo com lápis, caneta ou lapiseira; não escrevo só no meu escritório caótico. Eu tenho um enorme poder de concentração, posso estar na Central do Brasil. Escrevi um poema intitulado Canetas emprestadas. Não saio com caneta, mas se me vem uma ideia de poema, escrevo em cima das lixeiras públicas. Embora tenha um escritório montado, uma verdadeira bagunça de 3 mil livros, sou uma pessoa que escreve andando, respirando. Não dependo do espanto. Até hoje não tive nenhum período de seca que outros escritores melhores do que eu tiveram."Ent…